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Museu Porsche: um monólito flutuante
A decisão foi tomada em 2004: a Porsche começa a planejar a construção de um museu para contar sua história aos visitantes de todo o mundo. Separou para esse propósito nada menos que 50 milhões de euros, sem esperar que tudo isso custaria pelo menos o dobro.

Museu Porsche, Entrada Principal, © wikicommons, de Rudolf Simon.

© Delugan Meissl Associated Architects.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.

Museu Porsche, © Izabela Americano.
fonte:http://obviousmag.org
Museu Porsche, Entrada Principal, © wikicommons, de Rudolf Simon.
O lugar não poderia ser outro: a mesma cidade onde está localizada a sede da empresa, Stuttgart, Alemanha. Toda a história da Porsche está intimamente ligada a esse centro urbano, e os amantes do carro de todo o planeta já associam a marca à cidade.
E o edifício não poderia ser um prédio qualquer. Teria que ser a edificação mais espetacular já construída na história da empresa. Por isso, a escolha do escritório de arquitetura que desenharia o projeto exigia todo o cuidado. Foi então aberto um concurso do qual participaram 170 escritórios de toda a Europa. Desses, 10 foram selecionados para uma segunda etapa. Em fevereiro de 2005 o processo foi encerrado, e o escolhido para desenhar o edifício foi Delugan Meissl Associated Architects, de Viena, Áustria.
E o edifício não poderia ser um prédio qualquer. Teria que ser a edificação mais espetacular já construída na história da empresa. Por isso, a escolha do escritório de arquitetura que desenharia o projeto exigia todo o cuidado. Foi então aberto um concurso do qual participaram 170 escritórios de toda a Europa. Desses, 10 foram selecionados para uma segunda etapa. Em fevereiro de 2005 o processo foi encerrado, e o escolhido para desenhar o edifício foi Delugan Meissl Associated Architects, de Viena, Áustria.
© Delugan Meissl Associated Architects.
O projeto de Delugan Meissl consiste em um edifício com um corpo dinâmico e monolítico, exatamente como são os carros produzidos pela empresa. Esse corpo monolítico está posicionado de forma a transmitir leveza, parecendo flutuar acima do primeiro piso. As formas não convencionais foram propositadas, pensadas de modo a atrair ainda mais as atenções.
Museu Porsche, Lado Oeste, © wikicommons, de Rudolf Simon.
Palavras como conhecimento, credibilidade, determinação, coragem, entusiasmo, força e independência são características da marca Porsche que foram traduzidas para a linguagem arquitetônica através do desenho do museu. Para Roman Delugan, co-fundador do Delugan Meissl Associated Architects, “o Porsche Museum representa a concepção de arquitetura que está em constante movimento no campo da interação entre os prédios e seus usuários”.
Com uma área de 5 mil metros quadrados, a área de exposição deveria ter espaço suficiente para abrigar 80 veículos históricos em meio a outras mostras que narrassem a história da empresa. Tudo isso seria organizado em um fluxo cronológico, compreendendo principalmente o período a partir de 1948, quando a Porsche fabricou seu primeiro carro esportivo. Além da exposição, seriam ofertados ali outros serviços, como um espaço de conferência, escritórios, loja do museu, entre outros.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
A obra começou em outubro de 2005. No final de 2006 toda a fundação do edifício estava completa. 21 mil metros cúbicos de concreto foram usados para a garagem subterrânea, nível térreo, segundo piso e vigas centrais de suporte. O espaço de exposição foi todo feito em estrutura metálica, finalizada no final de 2007, quando começaram as instalações do edifício e o acabamento interior. O edifício ficou pronto em dezembro de 2008 e foi inaugurado em janeiro de 2009.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
O público, ao entrar no edifício, atravessa o lobby e sobe uma rampa em direção à área de exposição. Dali é possível ter uma primeira vista do espaço e o visitante pode optar por seguir um caminho para a exposição cronológica ou seguir até a área central onde está a história dos produtos Porsche e as ilhas temáticas. Ambas as áreas estão ligadas pela secção denominada “Porsche Idea”, criada para expor os conceitos, o espírito e a paixão que inspiram o trabalho da empresa.
Além de abrigar e narrar o currículo da empresa em seus mais de cinco mil metros quadrados cheios de carros raros, preciosos e históricos, a concepção do Porsche Museum veio acompanhada de um plano de revitalização do seu entorno. Para isso, remodelaram a Porscheplatz (praça Porsche), valorizando ainda mais o local onde toda a história começou, e encantando os milhares de apaixonados por carros que por ali passam todos os anos.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
Museu Porsche, © Izabela Americano.
fonte:http://obviousmag.org
Veja diferentes maneiras de usar uma camisa...Com nozinho, mais comprida que o cardigã, presa no cós...
Com alguns segredos de styling as camisas, um clássico do guarda-roupa, podem ficar muito mais interessantes. Experimente dar um nó na ponta ...

Básico do guarda-roupa feminino, as camisas podem ganhar novas variações com alguma expertise no modo de vesti-las. Para isso, é só recorrer a alguns recursos de styling simples, porém eficazes.
Escolha uma camisa mais longa, desabotoe alguns botões e faça um nozinho na frente. Aqui, para quem está com o corpo em dia –sim, esta moda não é lá das mais democráticas– vale até deixar uma faixinha de pele à mostra.
Outra proposta é usar esta mesma camisa, mas solta, e jogar um cardigã por cima, deixando a barra aparecer por baixo da malha. Fez calor? Suba o cardigã para os ombros e dê um colorido à roupa sem usar colares ou pulseiras.
Camisas, t-shirt e até malhas de frio ganham um quê a mais se colocadas despretensiosamente para dentro da calça, isso mesmo, fazendo o gênero me arrumei rapidinho e um pedaço do top ficou para fora.
O recurso é simples e pode ser usado em combinação com calças, saias e shorts; marcar o cós da peça com um cinto também é combinação válida e ainda anima a produção. Só tome cuidado na hora de escolher o tecido da blusa, as peças de trama muito pesada costumam ter o caimento menos fluido e, por isso, menos interessante.

Para dias mais frios, deixe a mesma camisa para fora da calça e jogue um cardigã por cima, deixando a barra da peça à mostra. Ficou calor? Pode subir o casaco e deixá-lo apenas como um ponto de luz.

Também vale colocá-las despretenciosamente para dentro do shorts ou da calça, deixando um lado para fora.

Sugestão essa que também vale para malhas e t-shirts
por Ligia Carvalhosa | do site: http://chic.ig.com.br
Básico do guarda-roupa feminino, as camisas podem ganhar novas variações com alguma expertise no modo de vesti-las. Para isso, é só recorrer a alguns recursos de styling simples, porém eficazes.
Escolha uma camisa mais longa, desabotoe alguns botões e faça um nozinho na frente. Aqui, para quem está com o corpo em dia –sim, esta moda não é lá das mais democráticas– vale até deixar uma faixinha de pele à mostra.
Outra proposta é usar esta mesma camisa, mas solta, e jogar um cardigã por cima, deixando a barra aparecer por baixo da malha. Fez calor? Suba o cardigã para os ombros e dê um colorido à roupa sem usar colares ou pulseiras.
Camisas, t-shirt e até malhas de frio ganham um quê a mais se colocadas despretensiosamente para dentro da calça, isso mesmo, fazendo o gênero me arrumei rapidinho e um pedaço do top ficou para fora.
O recurso é simples e pode ser usado em combinação com calças, saias e shorts; marcar o cós da peça com um cinto também é combinação válida e ainda anima a produção. Só tome cuidado na hora de escolher o tecido da blusa, as peças de trama muito pesada costumam ter o caimento menos fluido e, por isso, menos interessante.
Para dias mais frios, deixe a mesma camisa para fora da calça e jogue um cardigã por cima, deixando a barra da peça à mostra. Ficou calor? Pode subir o casaco e deixá-lo apenas como um ponto de luz.
Também vale colocá-las despretenciosamente para dentro do shorts ou da calça, deixando um lado para fora.
Sugestão essa que também vale para malhas e t-shirts
por Ligia Carvalhosa | do site: http://chic.ig.com.br
Jardim Vertical exuberante
Um jardim delicioso, onde seus netos pudessem brincar e correr livremente e que convidasse pássaros coloridos a fazer visitas freqüentes. Era exatamente isso que a cliente de Gilberto Elkis desejava quando contratou o profissional para projetar a generosa área externa de sua casa. Para não criar obstáculos no gramado, o paisagista optou por poucas espécies, plantadas próximas aos muros, liberando totalmente os espaços principais.
Já que no solo o intuito era que o jardim não tivesse barreiras, Gilberto decidiu recorrer às paredes para tornar o projeto ainda mais exuberante e cheio de cores. Assim concebeu enormes painéis verticais que forram grande parte dos muros da residência, fazendo composições com diversos tons de verde e folhagens diferentes, onde muitas das espécies também possuem flores delicadas. Imponente, o jardim vertical gera uma ilusão de que o terreno não tem fim, além de trazer movimento com as plantas instaladas em ondas. fonte: casadevalentina.com.br
Lifting com veneno de abelha? Dizem que esse é o novo segredo de beleza de Kate Middleton
Quer ter a pele lisinha de Kate Middleton? O site da Marie Claire britânica disse nesta segunda-feira (28.11) que a Duquesa de Cambridge teria aderido a um novo tratamento, desta vez com... veneno de abelha!
na teoria, já com os reflexos da terapia com veneno de abelha..Novembro de 2011 e.........
..........aqui julho de 2011...
Segundo a revista, quem recomendou a terapia foi a sogra Camilla Parker Bowles, a duquesa da Cornualha. A esteticista Deborah Mitchell, que acompanha a madrasta de William há seis anos, é a criadora do tratamento, com veneno de abelhas da Nova Zelândia. Deborah estaria frequentando o Palácio de Buckingham para tratar de Kate.
A proposta do tratamento é uma máscara com um creme cujo ativo é a melitina, aminoácido presente no veneno do inseto. O produto estimula a circulação de sangue na pele e faz aumentar a produção de colágeno e impulsiona a renovação celular - e ficou famoso entre as celebridades britânicas por ser uma alternativa natural ao Botox.
O tratamento custa 165 libras (cerca de R$ 480), mas o creme está à venda no site
da esteticista (que entrega no Brasil!) por R$ 156.
http://chic.ig.com.br
da esteticista (que entrega no Brasil!) por R$ 156.
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